O futuro do livro no mundo digital

O gráfico acima saiu de um artigo no Financial Times que discute o que se fazer com livros na era digital e – em especial – que futuro pode ser previsto para o programa do Google e associados de scaneamento de livros.
Segundo dados do artigo, dos 40 milhões de títulos existentes nas bibliotecas norte-americanas, cerca de 32 milhões têm algum tipo de copyright ainda válido, enquanto oito milhões são de domínio público. 23 a 25 milhões de títulos estão esgotados. Desse total de 40 milhões, provavelmente menos de 50% serão novamente editados.
O artigo aponta dificuldades legais para a distribuição digital e avalia os riscos de uma possível posição monopolística do Google Books, bem assinala possíveis alternativas para minimizar possíveis efeitos negativos decorrentes do projeto Google.
Via Bookcafe

marcos palacios

Um retrato das tendências tecnológicas e seu futuro imediato

Do Blog Notes de Giuseppe Granieri vem a indicação da publicação do Relatório Gartner’s Hype Cycle Special Report for 2009, que avalia a maturidade de 1659 tendências tecnológicas. O relatório deste ano inclui avaliação de tendências de cloud computing, data center power e tecnologias de mobilidade, virtualização, entre outras.
A imagem acima (que ilustra o chamado Hype-Cycle das tecnologias), retirada do Relatório, mostra, em escala temporal, as tecnologias em ascenção, as que estão no pico das expectativas, no descenso pós-pico e aquelas entrando no plateau. Vemos, por exemplo, leitores de e-books e cloud computing no mais alto pico de expectativas, enquanto blogs corporativos encaminham-se para atingir o grau de maturidade que corresponde ao nivelamento e continuidade no plateau de produtividade.
Uma síntese do relatório pode ser lida aqui .
O documento integral é de acesso pago. E caro.
Na postagem do Granieri há indicações de comentários já feitos ao Relatório.
Uma explicação básica do funcionamento do Hype-Cycle (em inglês) pode ser lida nesta postagem de Hutch Carpenter.
No Virtual World News, Mark Raskino, um dos autores do Report, fala do trabalho em um vídeo de 4 minutos, explicando porque o mundo dos negócios deve pagar o alto preço que eles pedem por cada uma das partes do Relatório….

marcos palacios

Auditorium: porque hoje é Domingo

Já postei uma vez, durante a fase experimental. Posto novamente porque é simplesmente genial. Uma bricandeira com fluxos de energia, cores e produção de sons, que convida você a compor música. Ou quase isso…
É o Auditorium.
Agora há uma versão paga, mas a gratuita continua lá e já é suficiente para muito relaxamento.
Cuidado ao usar: pode ser verdadeiramente viciante!

marcos palacios

O Inferno não existe. Nem o Céu…

“Sorria! O Inferno não existe” é uma bem-humorada matéria de Fábio Fujita, publicada na revista Piaui deste mês, sobre a Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos, Atea. A entidade, formalizada em novembro de 2008, tem como objetivo defender o ateísmo e combater hostilidades e sanções sofridas por seus adeptos, além de difundir premissas anti-Deus como base de um caminho filosófico consistente”.
Daniel Sottomaior, presidente da Atea, “cita dados para mostrar que a perseguição aos incréus é não só real, mas explícita, à diferença do preconceito sofrido por negros e homossexuais, segundo ele, mais velados. Uma pesquisa do Instituto Gallup nos Estados Unidos apontou, por exemplo, que um candidato ateu à Presidência enfrentaria resistência de 53% do eleitorado, contra 43% do segundo colocado, um hipotético candidato gay’.
“Na mesma linha, de acordo com um estudo encomendado em 2008 pela revista Veja ao cnt/Sensus, 87% dos brasileiros jamais ajudariam a eleger um candidato que tivesse desertado do Criador:
-É um índice de rejeição mais alto do que contra os negros americanos na época em que eram obrigados a viajar nos bancos de trás dos ônibus”, comenta horrorizado o presidente da Atea.
Leia o Inferno, uuppps… a matéria completa.

marcos palacios