Agência Brasil no creative commons

Sinal dos tempos ou resultado do atrito (positivo) entre a dinâmica das agências e o jornalismo na web?

O importante é a iniciativa pioneira do pessoal da AGBR, abrindo o conteúdo para ampliar a disseminação.

No próximo final de semana, a Radiobrás anunciará que todo o conteúdo produzido pela Agência Brasil, agência de notícias governamental, poderá ser adquirido, reproduzido e modificado livremente. O acervo completo de um dos maiores órgãos de comunicação do Brasil, que é o responsável pelo programa de rádio “A Voz do Brasil”, por exemplo, será licenciado sob a
bandeira Creative Commons.
Textos, imagens, arquivos de áudio e filmes estarão disponíveis para os internautas utilizarem livremente no novo site da empresa (www.agenciabrasil.gov.br ), com lançamento previsto para o dia 3 de julho. O visitante poderá, por exemplo, editar um pronunciamento e incluí-lo em um filme. “A Agência Brasil sempre possibilitou aos visitantes utilizar seu conteúdo”, disse Rodrigo Savazoni, redator-chefe da empresa. “Mas agora será permitida a criação de obras derivadas de nosso material e ainda a utilização comercial dele.” A empresa BBC usa licença semelhante em seu conteúdo, mas não está sob a Creative Commons.

Abraços a Todos – Afonso.

Mais em:

– Notícias do acervo da Radiobrás serão liberadas ao público (Folha de São Paulo)

– Radiobrás ganha vídeo online e sistema de tags para atrair usuário final IDGnotícias>

Radiobras adota Creative Commons para licenciar seus conteúdos (Última Instância/Uol)

Baianos plugados (3)


A maioria absoluta lê notícias na internet (74%). Os jornais impressos começaram a perder leitores para a web, o que confirma o State of Media deste ano.

Quanto tempo passam plugados no site do A TARDE:

– menos de uma hora (69%)

Navegam em busca de notícias de

– Local (81%), Nacional (76%) e Cultura (74%)

Eles querem pagar:

– 60% toparia fazer assinatura (pay content)

Horários de acesso

Segunda a sexta

8h às 10h (30%)
10h às 12h (25%)
12h às 14h (22%)
14h às 16h (37%)
16h às 18h (32%)
18h às 20h (24%)
20 às 22h (29%)
22h às 24h (30%)
24h às 2h (21%)

Sábado, domingo e feriado

8h às 10h (23%)
10h às 12h (28%)
12h às 14h (28%)
14h às 16h (45%)
16h às 18h (44%)
18h às 20h (42%)
20h às 22h (45%)
22h às 24h (37%)
24h às 2h (20%)

Luciana Moherdaui

Baianos plugados (2)


O que eles fazem:

– Busca/pesquisa (83%)
– Notícias (63%)
– Comunicação (e-mail, MSN) (60%)

Durante a semana, querem

– Busca/pesquisa (66%)
– Notícias (45%)
– Comunicação (e-mail, MSN) (36%)

Mas no fim de semana…

Comunicação (e-mail, MSN) (50%)
Entretenimento (39%)
Busca/Pesquisa (38%)
Notícias (38%)

São Google, campeão de acessos: 73%

Eles têm medo de e-commerce

– 74% disseram não comprar pela rede

Se conectam para ler notícias: 88%. Desse total, 42% o fazem diariamente

O site do A TARDE é o mais acessado (83%), seguido da Folha (31%) e de O Globo (28%)

Como eles querem as notícias…

Resumidas (54%)
Linguagem clara e objetiva (44%)
Atualização constante (43%)
Variedade de informações (34%)

Eles não ligam para

Layout (11%) e serviços (11%)

Luciana Moherdaui

Baianos plugados


A maioria dos usuários que acessam notícias em Salvador pertence às classes A e B (73%). São solteiros (61%) e têm nível superior incompleto (65%). As mulheres estão mais plugadas que os homens: 53% contra 47%.

Cinquenta por cento dos internautas têm entre 16 e 29 anos. Os outros cinquenta estão divididos entre os que têm entre 30 e 49 anos. A metade dos 320 entrevistados afirmou ser heavy user. A turma acessa a rede do trabalho (33%). Domícilio (25%), universidade (24%) e cibercafés (20%) também são boa opção.

O estudo do Ibope Mídia, encomendado pelo Grupo A TARDE e divulgado em março passado, mostra que trata-se da geração Google e Orkut… Os sites criados por Larry Page e Sergey Brin estão no topo dos mais acessados: 15% e 10%, respectivamente. Em tempo: a lista de top of mind tem 18 itens… Eles estão no topo apesar do baixo percentual. A amostra representa um universo de 293.776 pessoas.

Como indica a tendência no exterior, aqui também aumentou o acesso à banda larga: 54% afirmaram se conectar via broadband.

Luciana Moherdaui

Viva o B2B!

Deu na Carta Capital que está nas bancas: O comércio eletrônico entre empresas cresce numa velocidade bem maior do que a economia brasileira. É o que mostra o recém-divulgado índice business-to-business online (B2BOL), que mede as transações entre empresas, referente ao primeiro semestre de 2006. Os dados, divugados pela E-Consulting e Câmara Brasileira do Comércio Eletrônico (Camara-e.net), indicam que a movimentação registrada entre as 30 maiores empresas do Brasil (B2BOL Companies) foi de R$ 47,5 bilhões, alta de 17,5% na comparação com o mesmo período sw 2005. Já o B2BOL realizado entre os e-markets independentes (os mercados digitais intermediários) teve um crescimento maior, de 26.3%, tendo somado R$ 14,4 milhões.

Luciana Moherdaui