Edição de imagens em jornalismo

Para professores, alunos e profissionais interessados no tema de edição de imagem, segue a dica: será lançado durante o 6º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo – SBPJor, que ocorrerá de 19 a 21 de novembro, na Universidade Metodista de São Paulo, em São Bernardo do Campo – SP, o livro Edição de imagens em jornalismo (Edunisc, 2008). Organizado por Ângela Felippi, Fabiana Piccinin e Demétrio de Azeredo Soster, o livro traz uma série de artigos que enquadra a temática da edição de imagem para televisão, design de impressos (jornais e revistas), fotografia, infografia, telewebjornalismo, jornalismo móvel e assessoria de imprensa.

 O tratamento para o tema de edição de imagem é voltado para o contexto de redação, de sala de aula e pesquisa. A capa do livro é de Rudinei Kopp, o prefácio de Sebastão Squirra e a apresentação de Fabiana Piccinin. Abaixo segue trecho do prefácio de Squirra, além do sumário: 

  • PREFÁCIO: Sebastião Squirra; 
  • APRESENTAÇÃO: o editor, o suporte e as imagens,  Fabiana Piccinin; 
  • Edição na tv: olhares híbridos no tratamento da  notícia, Fabiana Piccinin; 
  • Reflexões sobre a fotografia no jornalismo impresso, Élson Sempé Pedroso; 
  • O olhar cotidiano: estratégias sobre a imagem, Adair Peruzzolo; 
  • Produção de imagens pela assessoria de imprensa, Ângela Felippi;
  •  Telewebjornalismo: entre a autonomia e o outsourcing, Demétrio de Azeredo Soster;
  •  Edição de imagens em jornalismo móvel, Fernando Firmino da Silva; 
  • Que beleza! o infográfico e o jornalismo informativo, Tattiana Teixeira;
  •  O diálogo de ilustradores e editores, Gilmar Hermes; 
  • Design para capas de revistas: padronização e flexibilização, Rudinei Kopp; 
  • A forma na notícia, Ary Moraes.

“No contexto da comunicação, a edição jornalística de imagens é um tema extremamente importante. Neste sentido, a construção de conteúdos com imagens – e sons – vem recebendo a atenção dos teóricos e pesquisadores que a definem como um dos mais significativos recursos de informação disponibilizados na cena moderna. Muitos olham a imagem em sua forma unitária, outros focam alvos nas suas correlações nos processos narrativos cinéticos, justamente quando estas estão agrupadas no processo de significância dos meios eletrônicos. Depois de muita convivência com as mesmas aprendi que, de fato, as imagens em movimento têm força monumental fazendo com que a edição audiovisual configure-se com a “alma do processo” da comunicação em movimento, especialmente no (tele) jornalismo […]“. (prefácio de Sebastião Squirra).

Fernando Firmino

África: um dossiê mostra os avanços da Internet e mobilidade no Continente

Jonathan Gosier é um desenvolvedor de recursos web e empresário ligado às novas mídias, que vive e trabalha em Kampala (Uganda), e produziu no ReadWriteWeb um dossiê, em três partes, sobre o estado da Internet na África.
“Contrariamente  ao  que popularmente se acredita – ressalta Gosier – a África não está complemtamente ausente da Internet. De fato, o continente como um todo está vivendo uma revolução de conectividade. Telefones móveis em particular estão se propagando em ritmo inacreditável, com penetração variando de 30 a 100%. A  média é de 30,4% e já existem 280 milhões de usuários, o que faz da Africa o mercado para móveis com maior crescimento no mundo”.
O dossiê está estruturado em três partes: Parte I mostra contribuições africanas à Mídia Social; Parte II se volta para conectividade e uso de mobilidade na África e Parte III examina aspectos mais políticos, refletindo sobre como governos locais, ONGs e organizações sem fins lucrativos estão sendo afetadas e utilizando as novas tecnologias.
Gosier mantém o blog APP+FRICA, no qual diariamente faz postagens sobre a mídia social na África. Para quem se interessar pelo assunto, há também os blogs WhiteAfrican.com, de Erik Hersman, e Startup Africa, de Ismail Dhorat.
marcos palacios

"Donos da Mídia": uma BD sobre os grupos de mídia do Brasil


Produzido pelo Instituto de Estudos e Pesquisas em Comunicação (Epcom), entidade parceira do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, e idealizado pelo jornalista Daniel Herz, Donos da Mídia, é uma grande, inédita e valiosa base de dados sobre os grupos de mídia do Brasil.
Ainda em fase de finalização, lista 7.275 veículos de comunicação, abrangendo rádios (inclusive as comunitárias), televisão aberta e por assinatura, revistas e jornais. Relaciona também as retransmissoras de televisão. No caso dos jornais, registra somente os de circulação diária ou semanal. Contudo, não cita as operações digitais ligadas aos respectivos grupos de comunicação. Segundo o Donos da Mídia, o número de veículos de comunicação no país é
de 8.532.
O site do projeto traz gráficos, mapas que localizam as regiões e cidades onde estão localizados as redes de TV e rádio, os grupos nacionais e regionais, quem são os sócios e dirigentes das redes, trazendo inclusive um levantamento dos políticos sócios dos grupos de comunicação. Há ainda as seções “artigos”, “legislação”, “história do projeto” e “Links”, onde está contada a história do jornalista gaúcho Daniel Herz, falecido em 2006.
O jornalista e professor universitário Celso Schröder, Coordenador-geral do FNDC, sugere que todas as entidades, universidades, ongs e sindicatos coloquem nos seus sites o link para Donos da Mídia. “Poderá ser uma ferramenta poderosa a serviço dos que ambicionam democratizar a comunicação brasileira e do aperfeiçoamento das suas propostas de políticas públicas”, assinala.

Suzana Barbosa

YouTube cria mecanismo para tentar evitar comentários idiotas

Parece que o YouTube levou a sério essa tira que circula pela Internet. Agora, antes de postar definitivamente um comentário sobre um vídeo disponibilizado no YouTube, o comentarista pode ouvir seu comentário lido por um sintetizador de voz. A idéia por trás do experimento é que, talvez, ouvindo a bobagem que está prestes a publicar, o usuário pense duas vezes antes de dar o “Enter”.
O dispositivo por agora só está disponível em inglês e para testá-lo é necessário mudar o idioma para inglês (English – US). E também é necessário ter feito o registro no YouTube, pois só usuários registrados podem usar o novo serviço.
Uma vez mudado o idioma para inglês, aparecerá a opção Audio Preview abaixo do espaço para fazer comentário.
Via Actualidad Digital

marcos palacios